ESTILISTA CRIA MARCA PARA DAR VISIBILIDADE A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Rebirth Garments quer atender todos os tipos de corpo (Foto: Reprodução/Facebook/Rebirth Garments)

Sky Cubacub, que não se identifica com os pronomes “ele” ou “ela”, fundou a Rebirth Garments para dar opções de roupas para todos os tipos de corpo e identidades de gênero

Fazer com que pessoas “invisíveis” se tornem visíveis é o grande objetivo de Sky Cubacub, hoje com 28 anos. Para realizar seu objetivo, Cubacub fundou a marca Rebirth Garments, em que faz roupas da moda projetadas para se adaptarem a todos os tipos de corpo e identidades de gênero.

Com seis anos de existência, a marca usa a internet para vender roupas personalizadas e bem coloridas que estimulam a diversidade. “As pessoas na interseção da deficiência e da homossexualidade costumam se sentir invisíveis, mas quero garantir que ocupemos espaço e sejamos vistos”, diz Cubacub, que não se identifica com os pronomes “ele” ou “ela”.

Para fazer a roupa perfeita para cada pessoa, Cubacub cria grande parte à mão, fazendo perguntas aos clientes sobre como deixar as roupas o mais confortável ​​possível com base em suas necessidades. As roupas também são feitas a partir das preferências de estilo e expressão de gênero dos clientes.

“Quero que a pessoa que veste as roupas se sinta confortável em sua própria pele”, afirmou à Fast Company.

A ideia da marca surgiu no ensino médio, já que Cubacub tem um problema estomacal que dificultava encontrar roupas que não causassem dor no torso. Não gostando das opções disponíveis no mercado, Cubacub começou a fabricar suas próprias peças e depois a oferecer para outras pessoas.

Com isso, Cubacub diz que os clientes sempre acabam descobrindo o seu trabalho. “Nunca precisei pagar por marketing. Esta é uma comunidade tão carente que as pessoas me encontram.”

 

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Repost from @sararradin ,! “July marks the 30th anniversary of the Americans with Disabilities Act, which prohibited discrimination based on disability though the disability community still faces many barriers to access, especially in the fashion industry today. .. Out of this, Queer Crip fashion is a rising dress movement catering to those whose gender, sexuality, mental, and/or physical ability typically do not fit in with what white supremacist, heteropatriarchal, normative society deems acceptable. It’s fashion rooted in disability justice that takes into account every single aspect of a person. It goes beyond queerness and disability, too: It’s slow, ethical fashion that’s often customized to fit an individual’s specific needs; it’s about challenging norms around the body and identity. .. Thank you to @rebirthgarments @annieelainey @bendrakbarry @green.langdell @disabilityfashionstylist @emma_alamo @origamicustoms @pansystbattie for sharing your experiences and letting me help you tell your story. .. “For me, [queer crip] means clothing that is accommodating to my disabilities while feeling like myself in it. Being comfortable in a disability context and in a queer context,” says Segarra. According to them, “Queer crip fashion is empowerment, it’s a glorious cape that catches air in a twirl; it gives me the opportunity to turn myself into art, to authentically represent myself with my presentation, and be proud of all that I am.” .. Link in bio 🦋 :: via @refinery29” I had a great time suggesting most of the folx written about in this article, this really warms my heart to see a big publication talk about Queercrip fashion! [Image description: On the left, photo by @colectivomultipolar of Sky Cubacub crouches over two rocks in a garden. They are wearing a multi-colored T-shirt, checkered shorts, and a tie-dye face mask and staring directly into the camera. On the right, model Pansy St. Battie wears a bold checkered print dress with a large bow on one shoulder and a single long sleeve. They are wearing lace-up black boots and using their wheelchair. text underneath says “Voices of Disability, QueerCrip Fashion: For Standing Out, Proudly” – Refinery 29]

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Fonte: Revista PEGN

Angelo Márcio

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Olá! Sou Angelo Márcio, sou Assistente Social, Técnico em Informática, Palestrante e desenvolvedor de diversos projetos voltados às questões das Pessoas com Deficiência.

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