Especialização em acessibilidade cultural abre 250 vagas gratuitas

Curso da UFRJ em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos terá vagas distribuídas entre cinco polos regionais; inscrições seguem até 17 de setembro.

Vejo um personagem sorridente, usando chapéu, óculos e uma camiseta preta escrita “Angelito”, sentado em uma cadeira de rodas enquanto digita em um notebook. Ao fundo, há uma paisagem verde e a famosa caixa d’água de Ceilândia, bem representada.
4 Min Leitura
Mão com unhas vermelhas escreve em bloco amarelo sobre mesa branca, próxima a teclado e mouse.

A especialização em acessibilidade cultural abriu inscrições para sua quarta turma, com 250 vagas gratuitas distribuídas entre cinco polos regionais. O curso é realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com a Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), e a Rede Interuniversitária de Acessibilidade Cultural (RIACult). As inscrições seguem até 17 de setembro de 2026 por meio de formulário eletrônico disponível no site do curso.

As vagas estão divididas igualmente entre os polos da UFRJ, no Rio de Janeiro; Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre; Universidade de Brasília (UnB), em Brasília; Universidade Federal do Amapá (Unifap), em Macapá; e Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal. Cada unidade terá 50 vagas.

Especialização em acessibilidade cultural terá ações afirmativas

O processo seletivo contempla ações afirmativas. Em cada polo, 10 vagas são destinadas a pessoas pretas, pardas e indígenas e outras 10 a pessoas com deficiência. Também há uma vaga por região destinada a pessoas travestis, transexuais e transgênero.

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Podem participar servidores públicos de instituições culturais, representantes de Pontos e Pontões de Cultura e Pontos de Memória, Agentes Territoriais de Cultura vinculados aos Institutos Federais, representantes de entidades da sociedade civil e servidores técnico-administrativos e docentes de Instituições Públicas de Ensino Superior.

Para participar, é necessário ter diploma de graduação reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), ou declaração de conclusão acompanhada do protocolo de solicitação do diploma. Também são exigidos documentos de identificação e currículo Lattes ou Vitae. Dependendo da modalidade de vaga, o edital prevê documentação complementar.

Curso terá 390 horas e duração de 16 meses

A formação possui 390 horas de carga horária e duração prevista de 16 meses, organizadas em quatro módulos. As atividades serão realizadas principalmente por meio de Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), com videoaulas, fóruns, leituras e atividades práticas.

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Apesar da predominância das atividades on-line, o curso prevê atividades presenciais obrigatórias nos cinco polos regionais. A proposta é formar profissionais capazes de desenvolver e implementar ações de acessibilidade no campo cultural.

A inscrição é gratuita e deve ser realizada exclusivamente por formulário eletrônico disponível no site do curso até as 23h50 de 17 de setembro. A habilitação dos candidatos ocorrerá entre 21 de setembro e 21 de outubro, enquanto a seleção está prevista para ocorrer entre 2 de novembro e 2 de dezembro. O resultado deverá ser divulgado em 14 de dezembro de 2026.

As matrículas estão previstas para ocorrer entre 18 de janeiro e 5 de fevereiro de 2027. A iniciativa representa uma oportunidade de formação especializada para profissionais que atuam ou pretendem atuar na construção de políticas, projetos e práticas culturais mais acessíveis.


🔍 Fontes: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

📰 Edição: Equipe DIBr

🤖 Nota de transparência: Esta reportagem contou com o apoio de ferramentas de inteligência artificial para auxiliar na organização e no aprimoramento do texto. Todo o conteúdo foi revisado, checado e editado por equipe humana antes de sua publicação.


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